SÃO PAULO - Na hora de escolher um produto na prateleira, a dona de casa de baixa renda , cuja família ganha até cinco salários mínimos, leva em conta a marca do produto em detrimento do preço, de acordo com pesquisa realizada pela FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade).
"Mostrar aos vizinhos uma embalagem de sabão em pó da marca mais conhecida pode até significar certa ascensão social", explica a administradora de empresas Karen Perrotta de Almeida Prado, que, ao longo do ano passado, coordenou o estudo e detectou que essas mulheres preferem o "valor" que determinado produto representa.
Aqui, a pesquisadora define "valor" como a representação social que o produto pode ter, até o seu valor nutricional.
Para elas, o barato sai caro
Karen constatou que as marcas desconhecidas não são confiáveis para essas donas de casa. Isso porque o consumo desses produtos pode representar um risco. "Essas famílias gastam boa parte de sua renda com alimentação. Por isso, as marcas chegam a representar segurança de um bom produto", explica a pesquisadora.
Marcas próprias das grandes redes de varejo também não são bem aceitas pelas mulheres de famílias de baixa renda. Para elas, segundo Karen, esses produtos estão relacionados a preços baixos e, portanto, à qualidade baixa. "Atualmente, a qualidade melhorou e vemos marcas próprias não apenas em alimentos, mas em outras categorias de produtos", ressalta.
Ainda assim, essas consumidoras se apegam às marcas, pois representam algum "valor" e trazem segurança de que estão consumindo o melhor.
A pesquisa
O estudo foi realizado com consumidoras que moram em favelas de Santos e do Guarujá. Elas responderam um questionário sobre determinados produtos, além de opinarem a respeito de marca, preço, nutrição, embalagem, figuras, brindes, ilustrações, entre outros pontos relacionados aos produtos.
A pesquisa é resultado da tese de mestrado da pesquisadora, orientada pelo professor Geraldo Toledo, e denominada "A preferência da marca no processo de decisão de compra: um estudo exploratório no segmento de baixa renda".
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
Campanha: Receba sempre o agente da dengue.
Esse Vídeo é uma produção da Agência PLENA, e tem como objetivo mostrar a população a importância de se manter o mosquito da dengue sempre longe de nossa casa, e por esse motivo devemos nos preocupar com a limpeza de nosso quintal, mantendo-o sempre limpo e cobrindo todo tipo de objeto que possa acumular água parada, que hoje é o problema responsavél pela proliferação do mosquito e respectivamente dos males a nós causado. Trabalho realizado pela agência PLENA - 6º Semestre de Comunicação Social / ANHANGUERA EDUCACIONAL - SBO -- Professor: Ginel.




sábado, 21 de março de 2009
Publicidade online deverá movimentar R$ 1 bi em 2009, prevê IAB
Os anúncios publicitários veiculados na internet brasileira deverão movimentar R$ 1 bilhão este ano, passando a representar 4,2% do total dos investimentos em publicidade no país. A estimativa foi apresentada na última sgunda-feira pelo Internet Advertising Bureau (IAB) Brasil, e leva em conta os dados do projeto InterMeios, do jornal Meio&Mensagem, além de informações apuradas junto aos 95 associados do IAB. Se confirmada a previsão, o volume de investimentos em publicidade online este ano registrará crescimento de 30% em relação a 2008, quando o mercado movimentou R$ 760 milhões, ou 3,5% do bolo publicitário brasileiro.
Para o presidente do IAB Brasil, Guilherme Ribenboim, a compreensão maior de publicitários e anunciantes sobre a importância da internet como mídia - hoje os veículos online são responsáveis pela segunda maior cobertura no país, só perdem para as emissoras de TV -, e o crescimento da audiência na web brasileira (62 milhões de pessoas em 2008, segundo dados do Ibope Nielsen, sendo 39% de internautas da classe C) explicam esse crescimento contínuo da publicidade online no país. Além disso, observa ele, os investimentos em mídia online vêm registrando altas acima de 40% nos últimos dois anos.
- A estimativa de participação de 4,2% no bolo publicitário brasileiro ainda é muito pequena se comparada aos 10% a 15% dos países mais maduros como Estados Unidos e Inglaterra - ressaltou Ribenboim.
A previsão de crescimento de 30% no faturamento com anúncios na internet, explica o executivo do IAB, abaixo dos 40% dos últimos anos, já reflete a crise financeira global, que acabou causando uma desaceleração dos investimentos. O Brasil, disse ele, sofreu menos com a turbulência econômica internacional, mas o mercado teve que absorver algum impacto negativo que se reflete nas estimativas para 2009.
- Sentimos menos, mas houve uma redução dos investimntos. Mas a tendência de crescimento desse mercado continua e tem de estabilizar em algum patamar que ainda não sabemos - explicou Ribenboim, que comanda o site Yahoo! Brasil.
Segundo ele, a Classe C, que em 2008 representou 39% da audiência na web nacional, deverá fazer a diferença para os anunciantes quando atingir no final deste ano a marca de 45% de penetração na internet brasileira.
- A Classe C foi responsável pela recorde de vendas de computadores, que ultrapassaram a de televisores. Isso mostra que a internet brasileira está se transformado rapidamente em um meio popular, essencial para quem quer investir em anúncios online.
Para o presidente do IAB Brasil, Guilherme Ribenboim, a compreensão maior de publicitários e anunciantes sobre a importância da internet como mídia - hoje os veículos online são responsáveis pela segunda maior cobertura no país, só perdem para as emissoras de TV -, e o crescimento da audiência na web brasileira (62 milhões de pessoas em 2008, segundo dados do Ibope Nielsen, sendo 39% de internautas da classe C) explicam esse crescimento contínuo da publicidade online no país. Além disso, observa ele, os investimentos em mídia online vêm registrando altas acima de 40% nos últimos dois anos.
- A estimativa de participação de 4,2% no bolo publicitário brasileiro ainda é muito pequena se comparada aos 10% a 15% dos países mais maduros como Estados Unidos e Inglaterra - ressaltou Ribenboim.
A previsão de crescimento de 30% no faturamento com anúncios na internet, explica o executivo do IAB, abaixo dos 40% dos últimos anos, já reflete a crise financeira global, que acabou causando uma desaceleração dos investimentos. O Brasil, disse ele, sofreu menos com a turbulência econômica internacional, mas o mercado teve que absorver algum impacto negativo que se reflete nas estimativas para 2009.
- Sentimos menos, mas houve uma redução dos investimntos. Mas a tendência de crescimento desse mercado continua e tem de estabilizar em algum patamar que ainda não sabemos - explicou Ribenboim, que comanda o site Yahoo! Brasil.
Segundo ele, a Classe C, que em 2008 representou 39% da audiência na web nacional, deverá fazer a diferença para os anunciantes quando atingir no final deste ano a marca de 45% de penetração na internet brasileira.
- A Classe C foi responsável pela recorde de vendas de computadores, que ultrapassaram a de televisores. Isso mostra que a internet brasileira está se transformado rapidamente em um meio popular, essencial para quem quer investir em anúncios online.
Publicidade infantil de alimentos: novas mídias, velhos truques.
Escrito por Por Redação do IDEC
Qui, 19 de Março de 2009 14:33
A Consumers International (CI) divulgou no dia 15/3, Dia Mundial do Consumidor, relatório que mostra que multinacionais de alimentação e bebidas utilizam sites para estimular o consumo de alimentos não saudáveis para crianças. Como a publicidade infantil desses produtos na mídia tradicional tem sido restringida em diversos países do mundo, empresas como Kellogg`s, KFC, McDonald`s e Nestlé estão usando a internet como alternativa para continuar expondo crianças às campanhas de marketing.
Jogos interativos, clubes de internet e sites ao estilo do MySpace são alguns dos recursos utilizados para atrair as crianças para a exposição à publicidade. Mensagens direcionadas aos pais alegam os jogos online têm caráter “educativo” e que os sites são “seguros”.
Os acordos estabelecidos entre organizações internacionais e empresas têm sido aplicados nos meios tradicionais de publicidade na Europa e nos EUA. No entanto, em muitos países, as crianças têm passado mais tempo na internet do que em frente à televisão. Diversas multinacionais, tendo em vista esses dados, estão “burlando” os acordos ao investir nos meios online. Assim, as restrições e regulamentações devem abranger também as novas mídias.
Pesquisa do Idec e do Alana detectaram mesma tendência
Esse uso intenso da internet também foi detectado na pesquisa divulgada pelo Idec e pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, no último dia 10 de março. Foram analisadas as campanhas publicitárias e a composição nutricional de 18 produtos de 12 empresas multinacionais. Apesar de terem assumido compromissos de restrições à publicidade infantil em outros países, os acordos internacionais não têm sido cumpridos no Brasil. Das 12 empresas pesquisadas, identificou-se a existência de publicidade de alimentos ou bebidas direcionada ao público infantil em 10 delas. Dessas, 11 adotam duplo padrão de conduta, ou seja, se aplicassem no Brasil a autorregulamentação compromissada em outros países, não poderiam veicular tais campanhas, sob pena de descumprimento de suas próprias regras.
Qui, 19 de Março de 2009 14:33
A Consumers International (CI) divulgou no dia 15/3, Dia Mundial do Consumidor, relatório que mostra que multinacionais de alimentação e bebidas utilizam sites para estimular o consumo de alimentos não saudáveis para crianças. Como a publicidade infantil desses produtos na mídia tradicional tem sido restringida em diversos países do mundo, empresas como Kellogg`s, KFC, McDonald`s e Nestlé estão usando a internet como alternativa para continuar expondo crianças às campanhas de marketing.
Jogos interativos, clubes de internet e sites ao estilo do MySpace são alguns dos recursos utilizados para atrair as crianças para a exposição à publicidade. Mensagens direcionadas aos pais alegam os jogos online têm caráter “educativo” e que os sites são “seguros”.
Os acordos estabelecidos entre organizações internacionais e empresas têm sido aplicados nos meios tradicionais de publicidade na Europa e nos EUA. No entanto, em muitos países, as crianças têm passado mais tempo na internet do que em frente à televisão. Diversas multinacionais, tendo em vista esses dados, estão “burlando” os acordos ao investir nos meios online. Assim, as restrições e regulamentações devem abranger também as novas mídias.
Pesquisa do Idec e do Alana detectaram mesma tendência
Esse uso intenso da internet também foi detectado na pesquisa divulgada pelo Idec e pelo Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, no último dia 10 de março. Foram analisadas as campanhas publicitárias e a composição nutricional de 18 produtos de 12 empresas multinacionais. Apesar de terem assumido compromissos de restrições à publicidade infantil em outros países, os acordos internacionais não têm sido cumpridos no Brasil. Das 12 empresas pesquisadas, identificou-se a existência de publicidade de alimentos ou bebidas direcionada ao público infantil em 10 delas. Dessas, 11 adotam duplo padrão de conduta, ou seja, se aplicassem no Brasil a autorregulamentação compromissada em outros países, não poderiam veicular tais campanhas, sob pena de descumprimento de suas próprias regras.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Lei Maria da Penha:
Esse Vídeo é uma produção da Agência PLENA, e tem como objetivo mostrar as mulheres que hoje é possível se proteger da violência praticada pelo seu companheiro. Trabalho realizado pela agência PLENA - 6º Semestre de Comunicação Social / ANHANGUERA EDUCACIONAL - SBO -- Professor: Ginel.
Campanha Política - Propaganda Política e Publicidade Eleitoral.
Apresentamos a seguir as peças publícitarias e os videos da campanha a prefeito do nosso candidato Kim, referente ao Trabalho Interdisciplinar desenvolvido pela agência "Plena" para o segundo semestre do ano de 2008, através do tema proposto pela Faculdade Anhanguera de Santa Bárbara, sendo este Campanha Política - Propaganda Política e Publicidade Eleitoral.
Adesivo:

Balão:

Bandeira:

Banner:

Blimp:

Camiseta:

Carro adesivado:

Carro de som:

Cédula:


Comitê:

Faixa:

Folder:


Jaleco:

Jornal:

Mala direta:


Mini banner:

Panfleto:


Plano de governo:


Praguinha:

Site:

terça-feira, 17 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Curso: Publicidade e Propaganda



Disciplina a serem cursadas:
Série Disciplina Carga Horária Total
1 Desenvolvimento Pessoal e Profissional 44
1 Direito e Legislação 44
1 Estética e História da Arte 66
1 Introdução à Publicidade e Propaganda I 66
1 Pesquisa e Atividades Dirigidas I 60
1 Redação e Expressão na Comunicação 66
1 Teorias da Comunicação I 66
2 Comportamento Organizacional 40
2 Direitos Humanos e Relações Internacionais 40
2 Estudos Lingüísticos de Textos Publicitários 60
2 Fotografia Publicitária 60
2 Introdução à Publicidade e Propaganda II 60
2 Pesquisa e Atividades Dirigidas II 60
2 Teorias da Comunicação II 60
3 Economia 40
3 Editoração Eletrônica 60
3 Estatística Aplicada à Comunicação 60
3 Pesquisa em Comunicação 60
3 Redação Publicitária 60
3 Responsabilidade Social e Meio Ambiente 40
4 Criação de Textos Publicitários 60
4 Criação e Design 60
4 Desenvolvimento Econômico e Organismos Internacionais 60
4 Estudo do Comportamento do Consumidor 60
4 Leituras Fundamentais 60
4 Pesquisa Mercadológica 60
5 Gestão de Marcas 60
5 Linguagem e Produção em Rádio 60
5 Produção Gráfica 60
5 Promoção e Merchandising 60
5 Ética Profissional 60
6 Administração e Planejamento de Marketing 60
6 Agência Experimental - Projetos Interdisciplinares 80
6 Linguagem e Produção em TV 60
6 Mídia 60
6 Novas Tecnologias em Comunicação 60
6 Propaganda Política 60
7 Administração de Agência 60
7 Atendimento 40
7 Competências Profissionais I 40
7 Direção e Produção em Rádio e TV 60
7 Estágio Supervisionado 0
7 Planejamento de Comunicação 60
7 Projeto Experimental I 60
8 Competências Profissionais II 40
8 Projeto Experimental II 0
Assinar:
Comentários (Atom)








